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MIS SP – Diversão e Entretenimento para seus visitantes

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Esse é um dos museus mais divertidos e legais, depois do Museu da Língua Portuguesa, que hoje se encontra na espera de reforma, depois do incêndio, que aconteceu no começo desse ano, a segunda atração favorita, da repórter que vos fala, é o MIS – Museu da Imagem e do Som, que fica quase na região de Pinheiros, em São Paulo.

exposicaocastelodivulgacaoO MIS traz mostra internacionais e nacionais de grande sucesso para expor, como a exposição do astro David Bowie, a mostra do Castelo Rá Tim Bum, que foi prorrogada várias vezes, pelo sucesso e todas as obras de Tim Burton, com a mostra O Mundo de Tim Burton.

Além de sessões de cinemas especiais, como especial de Halloween, em que tem o Zé do caixão, como protagosnista da festa, ou da mostra, que faz virar a noite lá no museus, entre outros sucessos, que só o diretor do MIS, André Sturm, junto com sua equipe, organiza no museu e nos proporciona muita alegria e emoção.

O Museu da Imagem e do Som, o MIS, é um museu público do estado de São Paulo, foi inaugurado em 1970, ele foi um fruto dem um projeto iniciado à alguns anos por intelectuais e produtores culturais, como como Ricardo Cravo Albin, Paulo Emílio Salles Gomes, Rudá de Andrade, Francisco Luiz de Almeida Salles e Luiz Ernesto Machado Kawall.

1454594097_787671_1454594611_noticia_normalEsses são os pioneiros que tiveram a ideia de montar o museu para expor todos os projetos de aúdio e vídeo, para a sociedade paulistana, registrando e preservando a imagem e o som, destacando como importante núcleo de difusão artística e educativa, convertendo-se em um centro de referência para a pesquisa audiovisual brasileira.

O acervo do MIS conta com mais de 200 mil itens, que atualmente possui uma programação cultural diversificada, voltada para todos os públicos, mas atualmente vem ganhado destaque na mídia, por suas exposições bem elaboradas e com grandes nomes da arte contemporânea, do cinema, da música e também além de dar espaço à novos artistas, com os cursos livres que o museu faz.

Confira abaixo o acervo que o MIS possui:


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Fotografia
O núcleo de fotografias é composto por exemplares produzidos pelo próprio museu, adquiridos ou recebidos em doações. Possui autocromos, cartes-de-visite, ferrótipos, negativos e estereoscópios, diversas coleções especializadas em cinema, rádio e televisão e uma coletânea de trabalhos de fotógrafos contemporâneos.  É particularmente relevante a coleção relacionada à iconografia paulistana, com obras de Militão Augusto de Azevedo, Guilherme Gaensly, Valério Vieira, Alice Brill, Hildegard Rosenthal e Hans Gunter Flieg, entre outros.

Vídeo
O acervo de vídeo conta com mais de 5.000 títulos, produzidos a partir de 1970. São documentários, obras de ficção, videoclipes, animações, exemplares de videoarte, programas de televisão, peças publicitárias, gravações de festivais e musicais.

Há significativas coleções relacionadas à produção brasileira (como as coleções “Televisão no Brasil”, “Pioneiros”, “Modernismo”, “O Olho do Diabo”, etc) e internacional, incluindo títulos do Japão, França, Argentina, Estados Unidos e Alemanha. Além disso, estão no acervo as produções internas do museu, como os registros da conquista do tricampeonato de futebol em 1970, das comemorações do sesquicentenário da Independência (1972) e das demolições para a construção do metrô de São Paulo (1975).

Cinema
A coleção de cinema é reúne em torno de 13.000 títulos, entre curtas, médias e longas-metragens, em Super 8, 16 e 35 mm, dos mais variados gêneros e épocas. Foi formada a partir de exemplares coletados pela Comissão Nacional de Cinema do Conselho Estadual de Cultura, aos quais se somaram as próprias produções do museu, doações de particulares e de instituições culturais estrangeiras, títulos adquiridos por meio do Prêmio Estímulo de Curtas Metragens, curtas apresentados no Festival de Gramado e o acervo de produções norte-americanas da Castle Films. Destaca-se o núcleo relativo à produção cinematográfica paulista, com títulos como Pixote, a Lei do Mais Fraco, de Héctor Babenco, O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade, Cidade Oculta, de Chico Botelho, bem como títulos da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.

Conta ainda com nomes como Ozualdo Candeias, Anselmo Duarte, Paulo César Saraceni, Roberto Santos, Jean Manzon, Carlos Reichembach, Guilherme de Almeida Prado, Suzana Amaral, José Mojica Marins, André Klotzel, Ugo Giorgetti, Alain Fresnot, Cláudio Tozzi, Flávio del Carlo, esses dois últimos em registro Super 8, integrantes da coleção Abrão Berman.

História Oral
O museu também tem uma coleção de mais de 3000 registros sonoros de depoimentos, entrevistas, debates e palestras. Essas gravações foram realizadas no âmbito de um projeto pioneiro de história oral desenvolvido pelo MIS, dedicado a coletar material sonoro de brasileiros famosos e anônimos, divididos nos núcleos “Histórias de Vida”, “Projetos Políticos, Sociais e Trabalhistas”, “Memória e Tradição Oral”. Estão representados nos depoimentos personalidades como Pietro Maria Bardi, Pelé, Gregori Warchavchik, Arrigo Barnabé, Cacá Rosset, José Celso Martinez Corrêa, Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral, Camargo Guarnieri, Sérgio Buarque de Hollanda e Tom Jobim, entre muitos outros.

Atualmente, a recolha de depoimentos tem continuidade pelo programa mensal “Notas Contemporâneas”, que realiza gravações de entrevistas com músicos brasileiros por especialistas em música. O projeto, que teve sua primeira fase dedicada à música erudita, agora (2013) se volta para nomes consagrados da Música Popular Brasileira. A entrevista é dividida em duas partes, contando com participação do público na segunda.

Artes Gráficas
O departamento de artes gráficas é o mais recente do acervo do museu, inaugurado em 1990. Reúne catálogos, folhetos, embalagens, adesivos, selos, calendários, capas de livros, revistas, cartazes e materiais impressos em geral, agregando trabalhos de mais de 120 designers. A formação dessa coleção se iniciou em 1991, após a organização da exposição Gráficos Brasileiros – Antes de Hards e Softs.

Por fim, o museu conserva uma amostra de mais de 300 equipamentos de imagem e de som, atestando a linha evolutiva da tecnologia de produção e reprodução audiovisual, incluindo câmeras fotográficas, filmadoras, projetores de filme, aparelhos de rádio e televisão, toca-discos, etc.

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Serviço
Museu da Imagem e do Som de São Paulo
Endereço: Av. Europa, 158
Jardim Europa, São Paulo – SP
Telefone: (11) 2117-4777
Horário: 12:00 às 21:00

Endereços na WEB
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